Amamentação pode mudar genética dos bebês e reduzir estresse, diz estudo

Entre os inúmeros benefícios do leite materno, como o contato direto com a mãe, melhora do sistema imunológico e diminuição do risco de doenças, recentemente, um novo estudo revelou mais um: o de influenciar na melhora do estresse em bebês, segundo o site da revista Crescer. "O que descobrimos é que a amamentação muda a atividade de um gene que regula a resposta fisiológica ao estresse, especificamente a liberação do hormônio cortisol", explicou Barry Lester, professor de psiquiatria e pediatria da Brown University, nos Estados Unidos. Para a conclusão da pesquisa, os cientistas mediram os níveis de cortisol e metilação do DNA na saliva de 40 bebês. No entanto, apenas metade deles foi amamentada durante 5 meses pelo menos. Ao comparar os resultados, o estudo constatou que quanto mais elevado os níveis de cortisol e metilação do DNA, menor é a capacidade do indivíduo para lidar com o estresse. "A amamentação foi associada com diminuição da metilação do DNA e diminuição da reatividade do cortisol nos bebês", disse Lester. “Em outras palavras, houve uma mudança epigenética nos bebês que foram amamentados, resultando em estresse reduzido do que aqueles que não foram amamentados”, completou. (Bahia Notícias)

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