Sônia Abrão solta os cachorros em cima de Rodrigo Faro: 'Não foi homem'

Sonia Abrão participou no último sábado (13) do quadro "Pra Quem Você Tira o Chapéu", do programa do Raul Gil, e aproveitou para desabafar. Ao ser questionada se tiraria o chapéu para Rodrigo Faro, a apresentadora da RedeTV! se recusou e argumentou que não tira por conta das constantes comemorações feitas por Rodrigo nas redes sociais sempre que vai bem na audiência.

“É o seguinte, o Rodrigo, ele vem dominando as tardes de domingo, naquela guerra de audiência. Muitas vezes ele ganha, às vezes ele tem perdido bem legal. E é assim, eu não gosto muito dessa história de que você ganha e você fica comemorando a cada semana, esfregando na cara dos colegas”, disse.

E continuou: “Eu acho péssimo porque é cíclico, é fase. Tudo o que sobe, desce, depois sobe de novo, depois cai outra vez. Eu acho que a gente tem que ter os pés no chão em relação a isso e não se deixar dominar por uma vaidade que te faça realmente se sentir mais especial que os outros que são tão experientes, e às vezes até mais que você, porque você tá com o vento, com um momento muito favorável da carreira”.

E não parou por aí: “Quer comemorar? Comemora! É um trabalho de toda uma equipe, tá conseguindo um bom resultado, vamos lá. Agora, você comemorar menosprezando aquele que é seu concorrente direto, eu acho que tá faltando algum parafuso, eu acho que tá faltando respeito, eu acho que tá faltando coleguismo“.

Sonia relembrou um episódio em que Rodrigo Faro contou a quantidade de vezes que já havia vencido Eliana durante o ano. “Ele [comemorou que tinha vencido] 23 vezes. Pra que esse tipo de coisa? Olha a falta de cavalheirismo, olha a falta de coleguismo, olha a falta de profissionalismo”, destacou ela.

A rixa entre os dois começou quando Sonia colocou em pauta esse assunto em seu programa “A Tarde É Sua”, da RedeTV!. Lá, ela aproveitou para dizer o que achava acerca da celebração recorrente de Faro diante dos bons números de audiência.

“Eu critiquei ele. A reação foi a seguinte: Ele teve a coragem de chamar minha repórter de lado, não quis dar entrevista e perguntou porque eu estava o perseguindo”, contou, referindo-se ao episódio como um “ataque de estrelismo”. “Ele não foi homem nem de falar comigo. Ele podia ficar bravo comigo. Eu me senti desrespeitada junto com ela [a repórter]”, finalizou.
 

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